Será mesmo que a culpa é sempre da TI?

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Se você entende que a TI é fundamental para o sucesso dos negócios, então estratégia certamente está embutida na equipe e rotina do dia a dia e os diálogos abaixo não fazem parte da sua história. Vamos refletir sobre o assunto?

Gestão de TI

– Não consigo fechar o projeto para a reunião de amanhã, os computadores travaram, reclama o diretor comercial.

– Gastei milhares de reais com a troca do ambiente de servidores e continuo com problema de lentidão, desabafa o CEO;

– A planilha de gastos da área comercial está disponível na rede e aberta para todos os colaboradores. Quem deixou isso acontecer? Comenta a diretora de RH;

São apenas três exemplos que podem desviar a atenção para a TI de uma forma negativa, já que para transparecer uma TI estratégica é necessário demonstrar ações de vantagem competitiva e não uma “fonte” de gastos, e fatores como lentidão, gargalos, vazamento de informações e máquinas inoperantes representam prejuízo.

A TI é considerada culpada por 43% das empresas em casos de falhas na transformação digital, mas dois terços das empresas dos setores públicos e privado, entrevistados em relatório global, divulgado pela The Economist Intelligence Unit (EIU) no primeiro trimestre deste ano relatam que as áreas de negócio e a equipe de TI não estão alinhadas quando buscam estratégias de transformação digital.

Uma TI eficiente garante a satisfação do cliente interno, mais exigente e, portanto, merece atenção e cuidado. A tomada de decisão assertiva e inovação estão entre os eixos que diferenciam a TI culpada da TI estratégica e alinhamento entre as áreas é o caminho mais curto para alcançar resultados positivos, principalmente quando o assunto é velocidade e eficiência em estratégias para transformação digital.

E como a TI deve proceder para deixar de representar gasto e passar a gerar lucro para capitar investimento? Existem alguns caminhos, mas a gestão eficiente, clareza de políticas e arquiteturas de tecnologia com padrões que diminuem ou eliminam custos e riscos já são um bom caminho.

As empresas que desejam melhorar aplicações e processos críticos, precisam transformar a TI, tanto através de processos, quanto por meio de profissionais e ferramentas que sejam facilitadoras para flexibilidade e responsabilidade dos negócios.

A TI é inocente?

Considerando a grande transformação que o mercado viveu em gestão de infraestrutura e planejamento nos últimos dez anos, ainda em várias companhias a TI é vista apenas como área de apoio operacional. O primeiro culpado podem ser os profissionais C-level, que não enxergam a importância de um novo papel estratégico da tecnologia, mas também dos próprios profissionais de TI que em algum momento perderam o fio da meada e não ocuparam esse espaço. Olhando para o gestor que compreende na TI um importante aliado, certamente conseguirá investir e gerenciar sua infraestrutura tanto para produzir com mais eficiência quanto para entregar mais qualidade para os clientes.

Então podemos entender que a tecnologia com esta concepção pode sim fazer parte do negócio e reconhecer esse movimento e se posicionar dessa forma dentro de uma empresa será o caminho para o sucesso daqui para frente.

 Qual o caminho para mudar a imagem da TI?

  • Promover uma rápida redução de custos;
  • Permitir o reinvestimento em projetos de alto valor;
  • Ampliar a eficiência operacional da TI e, simultaneamente, reduzir custos atrelados a gestão;
  • Reduzir ou se possível eliminar custos requerente à aquisição de software e hardware em TI;
  • Implementar tecnologia de última geração e novas metodologias que acelerem os processos;
  • Implementar a melhoria contínua com dados e métricas;
  • Promover a excelência em experiência do usuário.

Entre as alternativas do mercado citadas acima, a Agasus especializada em locação eficiente de equipamentos e dispositivos de TI (Outsourcing de infraestrutura de TI), presente no  mercado nacional desde o ano 2000, apresenta soluções que auxiliam as empresas a acelerarem o seu processo de transformação digital com serviços de HaaS (Hardware as a Service), um modelo de locação de equipamentos, que oferece mais eficiência nas operações e previsibilidade através da locação de desktops, notebooks e servidores. Já com sistema operacional embarcado na segurança dos equipamentos, o modelo de locação promove também a consciência em relação ao uso de capital das empresas, liberando recursos para investir em conhecimento e inovação.

Quer conhecer mais sobre o nosso modelo de locação de equipamentos de TI para decidir com propriedade sobre compra ou locação e transformar a sua TI em um parceiro estratégico?

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